Pagamento seguro
Confirmação imediata
Duração5 hrs
Idade mínima10 anos
Valor referente a atividade privativa para até 4 pessoas.
A Pedra Branca é um paredão de granito no limite entre São José e Palhoça, com cerca de 500 metros de altura, visível de vários pontos da região, por isso funcionou por muito tempo como referência de navegação e deslocamento. A trilha sai e retorna ao mesmo ponto, no Acesso Camilo Francisco da Silva, no Sertão do Maruim, em São José, com 6 km percorridos ao todo e cerca de 5 horas de atividade. É uma opção de dificuldade intermediária, indicada para quem quer uma subida de montanha com desafio físico real, mas sem chegar à exigência de trilhas mais longas da região. Do alto, a vista alcança a Ilha de Santa Catarina de norte a sul.
O paredão granítico da Pedra Branca é um dos afloramentos rochosos mais expressivos do relevo entre São José e Palhoça, formado pela mesma cadeia de morros e serras que corta a Grande Florianópolis. É esse tipo de formação, rocha exposta, encosta íngreme, vegetação de Mata Atlântica nas partes baixas, que dá à trilha boa parte do seu desafio físico, especialmente nos trechos de terreno mais irregular perto do topo.
Historicamente, a Pedra Branca serviu como ponto de referência para quem cruzava a região a pé ou a cavalo, o que rendeu à trilha o apelido de Caminho dos Tropeiros, uma alusão às rotas que os tropeiros usavam para atravessar o interior catarinense rumo ao litoral. Esse passado de passagem e deslocamento ainda se sente no percurso, numa trilha que sempre foi, de um jeito ou de outro, um caminho de quem queria enxergar mais longe.
Encontro no Sertão do Maruim — A saída é no Acesso Camilo Francisco da Silva, 1179, no Sertão do Maruim, em São José — mesmo ponto de retorno ao final da atividade. O guia CADASTUR faz a checagem de equipamentos e o briefing de segurança antes de entrar na trilha, que já começa subindo em meio à mata.
Subida até o paredão — Ao longo dos 6 km, o percurso ganha 487 metros de altitude por trechos escalonados e terreno irregular, com esforço físico classificado como significativo. Conforme a trilha sobe, a vegetação abre espaço e o paredão de granito aparece por inteiro, até o mirante no topo, de onde se vê a Ilha de Santa Catarina de ponta a ponta.
Descida e retorno ao ponto de partida — A descida percorre o mesmo caminho, com atenção redobrada nos trechos de rocha e terreno escalonado. O grupo retorna ao ponto de encontro no Sertão do Maruim, fechando uma atividade de aproximadamente 5 horas entre subida, contemplação no topo e volta.
Resumo rápido:
• Duração: aproximadamente 5 horas
• Dificuldade: esforço físico significativo, trilhas escalonadas e terreno irregular
• Idade mínima: 10 anos
• Inclui: seguro individual na trilha, guia CADASTUR com certificado em socorro avançado em áreas remotas pela Wilderness Medical Associates e Escola de Aventura, condutor credenciado pela Prefeitura de Florianópolis, Parque do Tabuleiro e Serra Furada, atendimento em português, inglês e espanhol, empréstimo de bastão de caminhada e perneiras sob pedido prévio, fotos durante a atividade — trilha classificada conforme a ISO 3021, com sistema de gestão de segurança baseado na ISO 21101
• Não inclui: transporte até o ponto de encontro, alimentação e bebidas
Ideal para:
• quem quer uma primeira experiência de trilha de montanha com desafio real
• famílias com crianças a partir de 10 anos que gostam de caminhada
• quem busca mirante com vista da Ilha de Santa Catarina inteira
• visitantes que têm meio dia livre e querem sair da faixa de areia
Por que vale a pena: A Pedra Branca ocupa um meio-termo raro: exige preparo físico de verdade, mas cabe numa manhã ou tarde livre, com 5 horas de atividade privativa para até 4 pessoas. E a vista do topo é generosa o bastante para compensar o esforço, não é todo mirante da região que mostra a Ilha de Santa Catarina inteira, de norte a sul, num único ângulo.
Veredito do especialista:
“Pedra Branca é a trilha que eu indico pra quem me pergunta ‘quero uma montanha, mas não aguento o Cambirela’. Ela entrega desafio de verdade: sobe, cansa, tem hora que o fôlego aperta, mas em meio período, e com uma vista que resume Floripa inteira num só olhar. Sempre que levo alguém lá em cima, tem aquele segundo de silêncio antes de todo mundo pegar o celular pra fotografar.”
— Berenice, founder da Acalanta
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